No dia 19 de novembro de 2020,  “O céu de Roma Negra” completou 2 meses de publicação no Kindle. E para comemorar, selecionei algumas avaliações e resenhas que o livro já recebeu.

 

Uma obra dinâmica. O Céu de Roma Negra é uma obra de humor ácido, com a dose exata de críticas ao comportamento humano, hipócrita, e desenhado por associações grupais e tribalizadas. O mistério que gira em torno da identidade dos verdadeiros bandidos constrói uma trama curiosa e ao mesmo tempo complexa, ao descortinar uma situação que poderia espelhar fatos reais.”  Cris Lacerda

Ótima narrativa, me surpreendeu. A narrativa é muito bem conduzida pelo Brian, personagem muitíssimo carismático, me diverti com as colocações inesperadas e a aleatoriedade dele. A história é envolvente, cativante e principalmente dinâmica. Nunca estive em Salvador, pretendo ir em breve e o livro fomentou ainda mais a vontade de conhecer.”  Rafael Cavalcante

Leve de ler e com final Impressionante! O Céu de Roma Negra me transportou para as ruas de Salvador de uma forma maravilhosa, enquanto eu lia era como se eu visse cada rua, cada casa baiana, as praias, as músicas tocando ao fundo. Eu senti como se eu mesma estivesse investigando o caso!”  Bruna Amaral

Eu simplesmente devorei o livro em dois dias. A escrita e a narrativa do autor são tão fluídas e imersivas que me vi completamente presa à história, morrendo de curiosidade de saber no que daria o final da trama. Além disso, o autor apresenta os contrastes sociais existentes entre a periferia e os bairros mais afortunados, levantando de foma muito sutil importantes críticas às hipocrisias e preconceitos presentes em nossa sociedade.” Reniére Pimentel

 

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Medson Barreto

MEDSON BARRETO nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1993. É um contador de histórias no papel, na tela e no palco. Escreve roteiros para teatro, atua e dirige desde a adolescência. Compõe poesias, letras de músicas e crônicas. Publicou o livro “Eu não perdi a minha fé”, em que narra a impressionante história de sua família. Seu romance de estreia, “O céu de Roma Negra”, o apresenta como um novo nome da literatura policial brasileira.